A impressionante curva de risco de Elon Musk

Elon Musk me impressionou nos aspectos de gestão de risco e administração. O grau de risco que corre diariamente em seus negócios e vida particular é uma curva quase que inédita.

Sul-Africano radicado nos Estados Unidos, Elon Musk é um empreendedor pouco conhecido no Brasil. Somente alguns dos grandes empresários de fora do país são conhecidos na boca do povo, Bill Gates e Steve Jobs (após sua morte) estão na lista e isso se deve à grande veiculação de notícias sobre as duas figuras e a popularidade de seus produtos.

Os produtos de Musk, entretanto, estão longe da popularidade no Brasil. Carros elétricos, foguetes espaciais econômicos e painéis solares de alta eficiência formam três empresas que têm o empresário na board administrativa. Tesla Motors, Space X e Solar City são companhias que prometem menor uso de derivados do petróleo e viagens espaciais com menor custo – coisas essenciais ao futuro da humanidade, segundo Musk.

E o que há de especial em Musk? 

Nada. Bem, na verdade existem aspectos especiais sim. A resiliência (e isso é um traço presente em empreendedores de peso) é um fator especial. Segundo sua biografia, enfrentou bullying durante a infância e certas complicações na família. Seu pai era bom, porém um tanto duro com os filhos após o divórcio. É difícil viver com ideias de colonização de Marte em sua cabeça e isso só está se tornando realidade graças à sua resiliência, conhecimento e administração.

Musk superou todos os limites. Quando suas empresas estavam falindo, tirou dinheiro do próprio bolso para salvá-las – e isso não acontece com todos os empresários, muitos preferem deixar sua pessoa física rica e assistir a pessoa jurídica falir. Na época, Musk quase descapitalizou totalmente – dar certo ou morar na rua.

A Zip2 foi a primeira empresa que montou. Com a parceria do irmão, era um site de reviews de negócios locais. Além disso, conectava jornais com negócios com intenções de publicidade. Anos mais tarde, após a Zip2 ser vendida, fundou a x.com – incorporada ao PayPal mais tarde, o maior serviço de pagamentos online do mundo.

Importante: Se ainda não leu meu artigo sobre o maior professor de investimentos do mundo, recomendo que leia agora mesmo!

Enxergando verde

A Tesla hoje atua com a Solar City – nas estações de carga espalhadas pelos Estados Unidos, a energia solar é a fonte primária de recarga das baterias. Além de ter uma carga veloz, a vantagem de recarregar um Tesla em uma estação é que não pagará nada pelos kilowatts (a não ser que deixe seu carro lá após ter 100% de carga, evitando que outro use a estação).

A Tesla não foi pioneira em fazer carros elétricos. Antes de Musk entrar efetivamente na empresa, seus fundadores aprenderam muito com uma fabricante chamada AC Propulsion – e não tinha um produto tão bem acabado e desenvolvido como a Tesla viria a ter. Assim como a Apple não foi pioneira em aparelhos touchscreen, a empresa aprendeu muito com o que não dava certo nos pioneiros da ideia. O design perdia muito para os fabricantes de carros tradicionais e a autonomia da bateria era curta – perdiam muito em termos de competitividade.

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Interior do Model S, o sedã da Tesla

Além de apresentar alta resiliência, Musk sabe o que está fazendo. Apresenta atitudes para tirar realmente as coisas do papel.

Boas ideias e resiliência não tiram uma ideia do papel e criam um negócio lucrativo por si só. É preciso entender o que você está fazendo. 

Na faculdade, Musk tinha o foco nas matérias dos assuntos que mais gostava – conhecimento que seria aplicado em seus negócios anos mais tarde. Nas matérias que pouco faziam sentido em sua mente, ele tirava apenas a nota para ser aprovado.

Por liderar projetos pioneiros e de alta complexidade, é fundamental que o gestor entenda como cada módulo funciona profundamente. Além disso, esse entendimento garantirá que a equipe mantenha-se dentro da cultura da empresa – e um fundador deve garantir isso. Perder muito tempo com burocracia ou negociar com fornecedores duvidosos não faz parte da cultura de suas empresas.

A cultura startup

Uma startup não é uma versão pequena de uma grande empresa, assim como uma criança não é uma versão pequena de um adulto. Assim como a vida humana, uma empresa passa por diferentes estágios em sua vida, com diferentes comportamentos, funções e psicologia.

A cultura da startup, na maioria das vezes, é de viver com orçamento limitado. Com isso, novas técnicas de marketing, como o growth hacking, surgiram. A Space X fabrica a maior parte dos componentes que usa nos foguetes e cápsulas espaciais e isso surgiu graças ao seu orçamento limitado no início das operações. Graças a isso, a empresa possui alta integração na montagem de seus produtos.

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Fábrica da Space X

Porque devemos aprender com Musk

Resiliência, esforço para aprender e alta carga horária de trabalho são preços que poucos estão dispostos a pagar e empreender é composto desses três fatores. Ideias de peso requerem trabalho em peso para saírem do papel e mais trabalho ainda para que se tornem negócios lucrativos.

Não queira “empreender” para vender saco de ar, já tem muita gente fazendo isso (Bel Pesce).

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O curioso caso de Benjamin Graham

Não, não estamos falando do filme do velhinho que volta a ser criança, apesar de ser uma recomendação para um de seus domingos. Estamos falando de um investidor profissional e autor da obra que influenciou o maior investidor do mundo – o oráculo Warren Buffett – que provavelmente está tomando uma lata de coca-cola neste momento. Apresento-lhes Benjamin Graham.

Após de formar em Columbia e trabalhar em Wall Street, publicou um livro chamado Security Analysis, diferenciando claramente investimento de especulação. Saber tal diferença é crucial para qualquer investidor fundamentalista ou trader bem informado.

investimento é uma operação que oferece grande segurança de retorno. Um estudo e análise completa do ativo que está investindo costuma informar tal segurança, a não ser que um cisne negro, evento improvável e sem previsão, aconteça – e tais eventos acontecem. Tudo o que foge dessa margem de segurança é especulação.

Logo após a reeleição da Dilma, no começo de 2015, fontes controversas da internet noticiaram que o mais filho da puta dos investidores George Soros, famoso por financiar movimentos da esquerda global, havia comprado bilhões em ações da Petrobras (PETR4). Nenhum site apresentava fonte confiável.

Soros pode ser mau caráter, mas sei que não gosta de perder dinheiro. Em setembro de 2014, PETR4 valia 24,02 em um surto de alta. A ação abriu 2016 valendo 4,69, queda gigantesca graças ao rombo bilionário deixado na empresa por nossos podres governantes. Contabilidade não tem ideologia.

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O gráfico deixa clara a especulação: um investidor sadio que compra ações espera que o preço das mesmas suba de acordo com sua análise.

Meses depois daquela notícia, as grandes autoridades da mídia online mesmas fontes noticiaram que Soros estava vendendo todas as suas ações PETR4, para desmentirem a especulação de meses atrás.

A especulação na mídia pode ser tanto uma previsão mal feita (como 98% de todas as previsões) ou tentativa de manipulação de mercado. Deixe-me pintar um quadro: sabendo que Soros ou qualquer investidor grande irá comprar ou vender certo ativo, muitas sardinhas, ou seja, traders e investidores novos no mercado, tendem a copiar o movimento dos peixes grandes. Dependendo o volume de negociações, o preço do ativo pode puxar para um lado ou para o outro.

Você sabe o que é um negócio? Pode parecer simples, mas seu verdadeiro propósito é desconhecido por muita gente. Saiba aqui.

A técnica de Graham

Sem perder tempo, Graham nos diz para comprar ações que valham 2/3 do valor contábil da empresa (recursos próprios, o que está no balanço anual) e vendê-las quando alcançarem valor semelhante ao patrimônio líquido. Na brincadeira, você leva lucro de 50%. Essa técnica foi um sucesso durante a Grande Depressão, hoje nos resta a adaptar para o valor das ações atuais.

O que podemos fazer na realidade atual é comprar ações de empresas com valor inferior a 7 vezes o lucro líquido no último ano. PETR4 atendeu essa condição recentemente, mas mesmo assim não a negociaria no longo prazo por enquanto. Uma meta de não mais que quatro anos deve ser planejada e deve-se vender a ação no momento em que atingir essa meta, independentemente do feeling do mercado.

Usando técnicas de Graham, Warren Buffett se tornou o maior investidor do mundo. Verdadeiro self-made man, usou técnicas simples de investimento e um pouco de informação privilegiada de campos de golfe para consolidar seu conglomerado de empresas, Berkshire Hathaway. Mesmo administrando 200 milhões de ações da Coca-Cola, vive uma vida simples em Omaha.

Graham me ensinou a importância de se comprar barato. Comprar barato para vender caro é a regra que seguimos para lucrar em qualquer seguimento, entretanto, ao lidar com ações só temos disponível o preço de compra. Não sabemos o preço de venda pois não conhecemos o futuro e isso está totalmente fora de nosso controle. Comprar barato, verdadeiramente, é algo que pode nos dar certa tranquilidade para retornos no investimento.

Como diabos sei quando a ação está barata? 

Uma análise concisa do que quer negociar pode esclarecer certas dúvidas, mas não será uma resposta definitiva. Tudo pode acontecer.

Entretanto, a análise fundamentalista que Graham nos ensina e advoga reduz esse risco. Segundo a própria definição, um investimento é algo de retorno garantido – o resto é especulação. Tal análise consiste em estudar a fundo a empresa na qual quer investir, o que chamam de go through the books (ver os números da companhia). Além disso, deve considerar um prazo para seu investimento.

Buffett investiu agressivamente na Coca-Cola porque enxergou o futuro após grandes análises: vendas maiores, marketing eficaz e seguindo suas métricas, desenvolvimento de produtos que vendem e aquisições de marcas poderosas. Isso é um investimento de longo prazo.

Iniciando seus investimentos

Graham nos dá uma fórmula para iniciarmos nossos investimentos. Isso depende do montante que está disposto a investir (e quanto está disposto a perder, caso algo dê errado), mas, para iniciar, um investimento mais conservador é recomendado:

  • 75% do capital em investimentos de renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA…)
  • 25% do capital em renda variável (ações de empresas saudáveis)

Com a progressão do seu capital e gosto por risco, você pode passar a investir em ações mais agressivamente.

 

 

O que é um negócio

O lucro é apenas um nome para o bom e velho comprar barato e vender caro. É isso que fazemos em todos os pregões na bolsa, adicionando o vender barato e comprar caro numa operação de venda no mercado futuro. Parece física quântica, mas não é.

A ideia do lucro foi descrita pelos economistas clássicos para explicar a realidade econômica que os outros teóricos não conseguiram explicar. Mercados não são criados por Deus, pela Natureza ou forças ocultas da economia; são criados por empresários. 

Peter Drucker, um dos maiores autores da administração empresarial, dizia que a razão de montar um negócio é única: criar um consumidor. A ação do empresário converte a necessidade humana em demanda efetiva para seu produto ou serviço. Depois disso, tem-se um cliente e um mercado.

A demanda, na maior parte dos casos, não é sentida pelo cliente. Dificilmente alguém aparecerá para um consultor dizendo eu preciso de uma solução que faça isso ou aquilo. Ninguém sabia que precisava de um computador pessoal antes que alguém o colocasse no mercado. A ação comercial cria o cliente e o cliente determina o que uma empresa é. 

O cliente, sozinho, tirará o dinheiro do bolso e fará com que os recursos econômicos se convertam em valor, coisas em bens. O que o cliente compra e considera de valor não é somente um produto, nunca. É sempre um benefício – o que o produto ou serviço faz para si.

O propósito do negócio

O propósito é simples, mas difícil: criar e manter um cliente. O marketing e a inovação contam muito, mas manter e fidelizar o cliente é o resultado de um produto e serviço impecáveis, além da visualização de demanda. Criar um cliente é criar a demanda para o que quer vender.

David Ogilvy – o pai da publicidade e fundador da agência Ogilvy & Mather – dizia que um publicitário pode orquestrar uma campanha para vender um produto ruim – e o mesmo terá sucesso caso seja um bom redator. Entretanto, venderá o produto apenas uma vez. Vendendo apenas uma vez, o negócio estará fadado ao término de seu caixa de investimento.

Um dos cases de sucesso de Ogilvy foi a campanha para o amaciante Tide da Procter & Gamble. Apesar de sua maestria do marketing, Tide era um produto superior nos Estados Unidos – melhor do que qualquer um da concorrência. A P&G era uma das melhores contas da Ogilvy & Mather por entregar produtos superiores, proporcionando o cliente fidelizado em si. Ainda assim, a agência proporcionou uma grande ação publicitária para efetivar a criação de demanda.

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Típico anúncio em revistas nos anos 1960. Veja a justificativa detalhada em três parágrafos para você efetivamente comprar o amaciante: roupas mais limpas, brancas e sem desgastar suas mãos. Em letras grandes, deixa claro que Tide limpa como nenhum outro sabão

Pioneirismo e Qualidade

Bem, aqui não há muito segredo. Vejo apenas duas situações-problema relevantes para o pioneirismo:

1 – Produto pioneiro, mas de baixa qualidade: seus clientes – se os tiver – serão mantidos até perceberam que seu produto não vale tanto a pena ou o primeiro indício de concorrência de qualidade melhor ocorrer. Isso só não ocorre em mercados que compram produtos de menor qualidade por menor preço por questões financeira – comida é um exemplo.

2 – Produto pioneiro e de alta qualidade: seus clientes serão mantidos se seu produto mantiver a qualidade e continuar se atualizando – é diretamente proporcional.

Se o seu produto não vende, você não possui um negócio.

Como ter um ano de sucesso

A virada do ano parece ter alto impacto em nossas metas. Duas semanas depois, voltamos a fazer as mesmas coisas de sempre.

A primeira cena do ano de 2016 que vi foi a de um catador de papel, acompanhado de seu filho, empurrando seu carrinho pela rua onde moro. Eu estava na sacada, era 00:00 e não estava bebendo champagne. Uma trágica primeira cena de um ano que me surpreendeu e vai surpreender até o último minuto.

Você pode ter um grande ano ou um péssimo ano – e um ano mais ou menos é um péssimo ano também. A primeira opção envolve muito trabalho e a convicção que quase nada nada irá colaborar para o seu sucesso. Sim, é doloroso, mas a dor da segunda opção é ainda pior.

Deixe eu te explicar o que define um grande ano. Mas primeiro, esqueça tudo o que já te disseram para fazer: estudar, arrumar emprego, comprar uma casa, aposentar, viver do INSS e subir para os céus. Você pode ser melhor do que isso, apenas se quiser.

Planejamento ou Oportunidade

Ninguém nunca me disse o que você está lendo aqui – e é a primeira vez que compartilho isso com alguém.

Lemos e ouvimos de “autoridades” que temos que nos planejar sempre. Planejar os gastos, os lucros, as viagens, o futuro da empresa e até mesmo seu guarda-roupa. O planejamento não deixa de ser importante, mas a oportunidade é mais importante ainda e muitas vezes ela te acompanha o dia todo.

Sinceramente, você não tem controle de 80% do seu dia a dia. As coisas acontecem fora do seu domínio pelo alto número de variáveis envolvidas – e não se trata de uma equação. Estamos falando de assimetrias e aleatoriedades que não valem a pena ser explicadas neste momento. Conversa de bar. Pense no seu carro, você sabe dirigí-lo mas não sabe como todas as suas peças foram desenhadas, produzidas e montadas. Conversa de bar.

Se você planejar todos os detalhes, irá perder as oportunidades que aparecem pelo caminho. Um amigo acabou de comprar um negócio de sucos e isso jamais esteve em seus planos para o ano. Por que ele comprou? Verão, praia e onda fitness na cabeça das pessoas – viu a oportunidade de vender muito.

Não seja um planejador, seja um oportunista (no bom sentido). A Coca-Cola, bem no início, tinha planejamento para ser uma indústria de remédios, ou seja, venderiam xarope de cola ao invés de refrigerantes. Porém, um oportunista viu o potencial do xarope e descartou tal planejamento – hoje é a marca mais valiosa do mundo.

Fique longe de fórmulas mágicas

Já perdi a conta de quantas fórmulas mágicas e esquemas de pirâmide já vi na internet. Hoje já montam pirâmides usando o Bitcoin no Brasil.

As fórmulas mágicas só querem te tirar dinheiro. Aqueles cem reais que coçam pra sair do bolso e comprar um ebook de ganhar dinheiro na internet enquanto dorme. No fim das contas, o dinheiro que já gastou com receitas mágicas poderia ser investido em algo bem melhor.

Max Gunther escreveu os Axiomas de Zurique, um dos primeiros livros de investimentos que li. Gunther explica algumas das regras que os suíços aplicaram aos seus negócios – mesmo que muitas vezes não tenham sido oportunistas, mas sim, planejadores. Apesar disso, seus axiomas funcionam bem ao lidar com dinheiro.

O oitavo Axioma diz respeito à religião e ocultismo. Gunther nos explica:

É improvável que os desígnios de Deus para o Universo inclua fazer de você um homem rico;

Se a astrologia funcionasse, todos os astrólogos seriam ricos e

Não é necessário exorcizar uma superstição. Podemos curtí-la, desde que conheça o seu devido lugar.

Gunther conclui: mantenha o sobrenatural longe de suas especulações. Confie em você e no seu potencial. 

As pessoas não sabem o que querem

Sim, as pessoas não sabem o que realmente querem. Seus problemas, no entanto, são visíveis. Um oportunista enxerga nitidamente esses problemas e desenham soluções – e essas valem dinheiro.

Estamos perdidos e afundados em um mundo de muitas obrigações e produtos no mercado. Mas tudo isso chega a ser engraçado: o que queremos, realmente, é tomar água com açúcar e chamamos isso de Coca-Cola.

Se não quiser pensar grande, é melhor nem pensar.

 

 

 

 

Paradigms: fear and decisions

It must be already clear: all you think, speak and decide is guided by your inner-paradigms and that is your mind’s dogma to deal with your daily actions. Even though your dreams are shaped by them and all you do in your life has only one reasoning: to make sense to your own paradigms. They tell a lot about yourself, what you have been thinking and doing recently and, above all, what you’re afraid of.

In synthesis, if fear happens in a big part of your day, it guides your thoughts, goals, actions and dreams. In a practical sense, fear will drive your decisions: go out or not, buy what you wish or not, change your life or keep in the same forever, travel or stay at home… Unfortunately, I watch hundreds of people in this position. The absence of strong decisions generates most part of the revenue of the antidepressant industry.

Decision is a key part over the course of life. Trade your car is a decision. Move out of town is a decision. Being financially independent is a decision. Reading this article was a decision entirely yours and it is now affecting you somehow.

All this blend of words becomes information that are interpreted by your brain and stored in one of your three sorts of memory, relying on the paradigms you have at this very moment. If you have paradigms that make you find these words interesting, their key concept will be stored in your intermediate-term memory and, if you develop it for more time, it will grasp in your long-term memory. If that happened, congratulations! You have just built a new paradigm and it will affect all the ones you already have.

 

Through an insight like this, many left their insecurity behind and started having solid decisions on what they really want. Obviously, for a paradigm to be embedded  in our mind it has to be developed for some time over a set of actions. But relax, all this is done for you automatically, your big brain does to you. In a conversation, for instance, you don’t spend hours picking the words in order to your sentence make sense. They are selected by your mind in a fraction of a second, handling you a fluent chat. The same happens to your acts, your paradigms will guide you through your whole life.

Online publicity: a real core business

The internet opens brand new markets and demands to explore and create on a daily basis. Digital marketing is a very powerful area to explore: it makes consumers buy advertised products and the people behind it are needless of a four-year degree to be in business. Instead, a creative mind and a sensitive understanding of the purpose are the substantial requirements.

1) The purpose

But what is its purpose? Results. Increased sales is what makes pre-internet companies seek digital marketing. For most startups today, this sort of publicity is the only reason why they profit (and also a great product).

Bigger profits are the motivation for companies to produce innovations. It’s not a romantic purpose, but any attempt of business that act otherwise will fail. According to David Ogilvy – the father of advertising – “if it doesn’t sell, it isn’t creative”, that’s a quote I always have in mind when I’m dealing with sales.

2) Social media marketing

Social media is the real Columbus’ Egg of the moment.

It’s such a powerful resource and in a personal level. While checking out your friend’s vacation pictures, you also pay attention to the advertisement right after. Through your cookies history, sometime you’ll access one of those and make someone profit. And, of course, Facebook is profiting at all times.

A Facebook page is almost mandatory for most businesses. Even big ones, like Microsoft and Apple branches, use the network for advertising services and apps. So why shouldn’t you?

# Your store can be attached to your page. Find more on http://www.facebook.com/store.tab/

3) Email marketing

Email was vastly used for marketing years ago and is still interesting for some niches. As users and automated mailboxes consider email ads as spam, there’s a big chance that it won’t be opened.

A subscription list is still an efficient way to keep your clients always in touch with your company and new services and discounts it offers. Anyway, this subscription should be engaged in your webpage through a simple “sign up” or during a cashier sale as many retailers do.

# The best strategy is a deep understanding of your niche. Speaking to your clients, conducting surveys about daily habits at home and work will help you get a better advertisement planning. If you know they’re on Facebook all day, then you have a direction to go.

What else?

# Google AdWords 

#Search Engine Optimization (SEO)

 

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